A obra acabou, mas a casa não está pronta. O que separa uma coisa da outra é quase sempre volume — e volume tira-se numa viagem, não em vinte.
O que fica depois de uma obra
- Restos de material: caixas de azulejo, sacos de cimento, placas cortadas, pontas de tubo.
- Embalagens: cartão dos equipamentos, plástico de proteção, fita.
- Proteções: cartão do pavimento, plásticos de janela, panos.
- Pó — em todo o lado, e sempre mais do que se espera.
A ordem certa
Primeiro sai tudo o que é volume, depois limpa-se. Aspirar antes da recolha é aspirar duas vezes: cada saco que sai pela porta larga pó outra vez. Ver também limpeza de entulho de obra.
Guardar sobras «para o caso de precisar» — meia caixa de azulejo, três placas, um saco de cimento aberto. O cimento endurece, o azulejo descontinua-se e passados dois anos tudo isso é entulho na mesma, só que já dentro de casa.
Tirar tudo de uma vez
Entulho, embalagens, proteções e até móveis velhos podem sair na mesma recolha — basta descrevê-los no pedido. O que exige circuito próprio é o material perigoso: tintas, solventes, colas, e qualquer suspeita de amianto.
Perguntas Frequentes
Fazem também a limpeza fina?
O serviço é de recolha e remoção: sai o entulho, os restos e as embalagens. A limpeza fina — pó, vidros, acabamento — é trabalho de limpeza doméstica e faz-se depois, quando a casa já está livre.
Levam latas de tinta?
Tintas, solventes e colas são resíduos perigosos e têm circuito próprio; não entram no serviço padrão. Diga no pedido se os tem, para se indicar o encaminhamento correto.
E as embalagens de cartão?
Entram na recolha como fração não mineral. Em pequena quantidade também podem ir para o ecoponto azul, mas depois de uma obra costumam ser volume a mais para isso.
Vale a pena guardar material sobrante?
Só o que tem uso previsível e se conserva — azulejo fechado, por exemplo. Cimento aberto endurece e placas cortadas raramente servem. Na prática, quase tudo o que se guarda acaba por ser removido mais tarde.